Conselho aprova subsídio para combustíveis da Petrobras

Crédito: G1
O Conselho de Administração da Petrobras aprovou, nesta quarta-feira (20), a adesão ao mecanismo do governo federal que prevê devolução de tributos para produtores e importadores de gasolina e diesel. A medida abre espaço para que a estatal reajuste preços com impacto menor nas bombas. A decisão ocorre em meio à pressão para elevar preços, diante da disparada do petróleo no mercado internacional.
Contexto internacional pressiona preços
A guerra no Oriente Médio, iniciada em 28 de fevereiro, travou o fluxo de navios petroleiros no Estreito de Ormuz. Cerca de 20% do petróleo global passa pelo Estreito de Ormuz. Com isso, o barril do petróleo voltou a superar os US$ 100. A Petrobras enfrenta pressão para elevar preços em meio à disparada do petróleo no mercado internacional.
A estatal ainda não reajustou a gasolina vendida às distribuidoras. Segundo a Abicom, os preços praticados pela Petrobras estão 39% abaixo do mercado internacional no diesel. Na gasolina, a defasagem chega a 73%.
Estratégia da estatal e próximos passos
A estatal afirmou que a adesão à subvenção preserva a flexibilidade da sua estratégia comercial. A empresa segue buscando rentabilidade de maneira sustentável. A adesão evita o repasse imediato das oscilações do petróleo e do dólar aos preços internos.
A adesão definitiva ainda depende da publicação de regras complementares pelo Ministério da Fazenda. A fonte não detalhou prazos para essa publicação.
Perguntas Frequentes
O que a Petrobras aprovou em relação ao subsídio do governo para combustíveis?
O Conselho de Administração da Petrobras aprovou a adesão ao mecanismo do governo federal que prevê devolução de tributos para produtores e importadores de gasolina e diesel, abrindo espaço para reajustes com menor impacto nas bombas.
Qual a diferença entre os preços da Petrobras e o mercado internacional para diesel e gasolina?
Segundo a Abicom, os preços da Petrobras estão 39% abaixo do mercado internacional no diesel e 73% abaixo na gasolina.
A adesão ao subsídio já está em vigor?
Não, a adesão definitiva ainda depende da publicação de regras complementares pelo Ministério da Fazenda.



























