Picanha e outros cortes de carne bovina sobem no 1º semestre

Crédito: Revista Oeste
A picanha subiu, e a carne bovina acumulou alta em todos os cortes no primeiro semestre de 2026. Os principais cortes de carne bovina no Brasil tiveram aumentos significativos, segundo dados recentes. O movimento atinge desde cortes nobres até opções mais populares, refletindo pressões de custo e demanda.
Picanha e peito lideram altas
Entre os cortes que mais subiram, o peito registrou aumento de 10,9%. Já a picanha subiu 10,66%, consolidando-se como um dos cortes com maior variação no período. O filé-mignon também subiu, embora a fonte não tenha detalhado o percentual exato. Esses números indicam uma pressão generalizada sobre os preços da carne bovina.
O primeiro semestre de 2026 concentrou esses reajustes, que impactam diretamente o bolso do consumidor e a margem de comerciantes. A alta nos cortes bovinos reflete uma combinação de fatores, como custos de produção e demanda aquecida. Para o comércio local, especialmente em regiões como Araçatuba e noroeste paulista, o cenário exige atenção na gestão de estoques e repasses.
Impacto no comércio regional
Empresários e comerciantes de Araçatuba, Birigui, Penápolis, Andradina e Mirandópolis devem monitorar de perto a evolução dos preços. A alta da carne bovina afeta não apenas açougues e supermercados, mas também bares, restaurantes e toda a cadeia de alimentação. Pequenos e médios negócios precisam reavaliar custos e estratégias de precificação para manter a competitividade.
A Associação Comercial e Industrial de Araçatuba (ACIA) recomenda que os lojistas busquem negociações com fornecedores e considerem alternativas para absorver parte dos aumentos sem repassar integralmente ao consumidor. O momento exige planejamento e diálogo com a clientela para evitar perda de vendas.
Perspectivas para o segundo semestre
Com a alta acumulada no primeiro semestre de 2026, a expectativa é de que os preços da carne bovina permaneçam pressionados nos próximos meses. A fonte não detalhou as causas específicas do movimento, mas fatores como custo do boi gordo, ração e logística costumam influenciar o mercado. O comércio deve se preparar para um cenário de custos elevados, ajustando estoques e buscando eficiência operacional.
Para o consumidor final, a recomendação é pesquisar preços e considerar cortes alternativos. Já para os empresários, a diversificação de fornecedores e o uso de ferramentas de gestão podem ajudar a mitigar os impactos. A ACIA segue acompanhando o mercado e oferecendo suporte aos associados para enfrentar esse período de alta nos cortes bovinos.
Perguntas Frequentes
Quanto a picanha subiu no primeiro semestre de 2026?
A picanha subiu 10,66% no primeiro semestre de 2026.
Qual corte de carne bovina teve o maior aumento percentual no primeiro semestre de 2026?
O peito teve o maior aumento, subindo 10,9% no primeiro semestre de 2026.
O filé-mignon também subiu de preço no primeiro semestre de 2026?
Sim, o filé-mignon também subiu de preço no primeiro semestre de 2026, conforme os dados.




























