ETFs Brasil ganham espaço e XP Asset faz aposta gigante

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ETFs Brasil ganham espaço e XP Asset faz aposta gigante

Os fundos negociados em bolsa, conhecidos como ETFs, estão ganhando cada vez mais espaço no mercado brasileiro e representam uma “aposta gigantesca” para a XP Asset, conforme afirmou Leandro Bousquet, CEO da gestora. A declaração foi feita durante uma visita ao escritório da XP Asset, em conversa com Clara Sodré, analista de fundos da XP.

O movimento ocorre em um momento de forte expansão desse mercado: o patrimônio dos ETFs no Brasil mais que dobrou em 18 meses, embora esses fundos ainda representem uma parcela pequena da indústria brasileira na comparação com mercados mais desenvolvidos.

Mudança de patamar na indústria de ETFs

Bousquet vê uma mudança de patamar na indústria de ETFs e prepara a expansão da XP Asset em investimentos alternativos globais. “A gente está começando a viver uma verdadeira revolução no mercado brasileiro de ETFs”, afirmou o executivo. A fala reforça o otimismo da gestora com o potencial de crescimento dessa categoria de ativos no país. A transição para um novo patamar, segundo o CEO, abre espaço para que a XP Asset amplie sua atuação e ofereça mais opções aos investidores.

Diálogo sobre expansão e novas classes

Clara e Bousquet conversaram sobre dois grandes movimentos da indústria: de um lado, a expansão de novas classes e mercados, especialmente dentro do universo global. De outro, os ETFs, ferramenta cada vez mais relevante para o investidor. A analista da XP conduziu a conversa explorando como a gestora pretende aproveitar essas tendências. O diálogo evidenciou a estratégia de diversificação da XP Asset, que busca combinar inovação em produtos com acesso a mercados internacionais.

Pioneirismo em mercados privados no Brasil

A XP Asset foi pioneira, no Brasil, em dar acesso ao investidor de varejo a mercados privados. Foi responsável pelo primeiro fundo de private equity, o primeiro de infraestrutura e o primeiro de venture capital voltados a esse público. “Hoje a gente tem praticamente todas as principais verticais de investimentos alternativos muito bem consolidadas dentro da XP Asset”, afirma Bousquet. Esse histórico de inovação é um dos pilares que sustentam a confiança da gestora em sua expansão global.

Expansão global começa pelos investimentos líquidos

Alinhada ao movimento de internacionalização da própria XP, a gestora começou a ampliar sua grade de produtos globais pelos investimentos líquidos, como fundos de renda fixa, fundos de fundos e fundos de ações. Agora, o plano é avançar também sobre os investimentos alternativos. “O caminho mais natural e óbvio é começar com investimentos em real estate e crédito privado, ou talvez uma combinação dos dois”, diz Bousquet. A estratégia reflete a busca por novas oportunidades fora do Brasil, aproveitando a experiência já consolidada da XP Asset.

Parcerias e aquisições nos Estados Unidos

A estratégia passa por parcerias ou aquisições de gestores presentes nos mercados internacionais, sobretudo nos Estados Unidos, combinando a expertise da XP Asset nas verticais de investimento com a originação local desses gestores. Essa abordagem permite à gestora acelerar sua entrada em novos mercados sem abrir mão do conhecimento local. A fonte não detalhou prazos ou valores envolvidos nessas negociações. O foco, por ora, é estruturar uma base sólida para a oferta de produtos alternativos globais aos investidores brasileiros.

Perguntas Frequentes

Qual é a aposta da XP Asset nos ETFs no Brasil?

A aposta da XP Asset e da XP nos ETFs é gigantesca, segundo Leandro Bousquet, CEO da XP Asset.

Como o patrimônio dos ETFs no Brasil evoluiu recentemente?

O patrimônio dos ETFs no Brasil mais que dobrou em 18 meses, embora ainda represente uma parcela pequena da indústria brasileira em comparação com mercados mais desenvolvidos.

Quais são os planos da XP Asset para investimentos alternativos globais?

A XP Asset planeja avançar sobre investimentos alternativos globais, começando por real estate e crédito privado, possivelmente combinados, por meio de parcerias ou aquisições de gestores internacionais, especialmente nos Estados Unidos.

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