XP contrata CFO do Santander e reporta trimestre pressionado

Crédito: Brazil Journal
XP anuncia novo CFO vindo do Santander
A XP anunciou Gustavo Alejo como seu novo diretor financeiro (CFO). Alejo foi o CFO do Santander Brasil nos últimos três anos e deixou o banco no mês passado. Ele passou 26 anos no Santander. Agora, Alejo vai cumprir um ‘garden leave’ de três meses antes de assumir a cadeira na XP a partir de 1º de agosto.
Alejo substituirá Victor Mansur, que estava há três anos no cargo de CFO e há 15 na XP. Mansur deixará o cargo no próximo dia 31, mas continuará na XP, atuando no conselho de algumas investidas, depois de tirar alguns meses para estudar no exterior. Enquanto isso, o CEO Thiago Maffra atuará como CFO interino até a posse de Alejo. O processo de troca do CFO vem sendo conduzido há meses.
Resultados do primeiro trimestre pressionados
O anúncio do novo CFO foi feito junto com a publicação do primeiro trimestre da XP. O primeiro trimestre veio pressionado por conta da marcação a mercado de títulos de dívida carregados pela tesouraria e pelo investment banking. Apesar disso, a XP reportou um crescimento de 8% na receita bruta, para R$ 4,9 bilhões no trimestre. O lucro líquido cresceu 7%, para R$ 1,32 bilhão.
No segundo trimestre, a XP ainda deve sofrer algum impacto das marcações. Além disso, a Basileia fechou o primeiro trimestre em 20,7%. Para atingir o guidance de reduzir sua Basileia para menos de 19%, a XP teria que distribuir R$ 5 bilhões aos acionistas este ano.
Perguntas Frequentes
Quem é o novo CFO da XP e quando ele assume?
Gustavo Alejo, ex-CFO do Santander Brasil, assume como CFO da XP a partir de 1 de agosto, após cumprir um ‘garden leave’ de três meses.
Por que o primeiro trimestre da XP foi pressionado?
O primeiro trimestre da XP foi pressionado pela marcação a mercado de títulos de dívida carregados pela tesouraria e investment banking, impactando os resultados.
Qual é o guidance de Basileia da XP e quanto precisa distribuir para atingi-lo?
A XP tem guidance de reduzir a Basileia para menos de 19% (fechou em 20,7% no 1º tri), o que exigiria distribuir R$ 5 bilhões aos acionistas este ano.



























