BC muda cálculo de contribuições bancárias ao FGC após rombo do Master

Crédito: Valor Econômico
O Banco Central (BC) editou uma resolução nesta sexta-feira (29) que altera a forma de cálculo das contribuições dos bancos ao Fundo Garantidor de Créditos (FGC), após o rombo de R$ 50 bilhões do Banco Master. A medida visa reforçar a capacidade das instituições financeiras de lidar com riscos e fortalecer a solidez e a transparência do Sistema Financeiro Nacional, conforme comunicado da autoridade monetária.
Mudanças no cálculo do Valor de Referência
A resolução disciplina o chamado Ativo de Referência (AR) e aprimora a forma de cálculo do Valor de Referência (VR) e do Patrimônio Líquido Ajustado (PLA), utilizados na apuração da Contribuição ao FGC. Segundo o BC, as alterações aumentam a consistência das métricas regulatórias e melhoram a qualidade das informações disponíveis.
Inclusão de novos instrumentos de capital
No caso do PLA, passam a ser incluídos no cálculo instrumentos de capital complementar e de nível II, que reforçam a base de capital das instituições em situações adversas. Essa mudança busca ampliar a capacidade de absorção de perdas pelos bancos, tornando o sistema mais resiliente.
Impacto no sistema financeiro
De acordo com o BC, as alterações reforçam a capacidade das instituições financeiras de lidar com riscos, fortalecendo a solidez e a transparência do Sistema Financeiro Nacional. A medida ocorre após o rombo de R$ 50 bilhões do Banco Master, que expôs fragilidades no setor. A fonte não detalhou prazos para implementação das novas regras nem estimativas de impacto nas contribuições individuais dos bancos.
Perguntas Frequentes
O que mudou no cálculo das contribuições dos bancos ao FGC após o rombo de R$ 50 bilhões do Banco Master?
O Banco Central editou resolução para disciplinar o Ativo de Referência (AR) e aprimorar o cálculo do Valor de Referência (VR) e do Patrimônio Líquido Ajustado (PLA). No PLA, passam a ser incluídos instrumentos de capital complementar e de nível II, que reforçam a base de capital em situações adversas.
Por que o BC mudou as regras de contribuição ao FGC?
As alterações aumentam a consistência das métricas regulatórias, melhoram a qualidade das informações e reforçam a capacidade das instituições financeiras de lidar com riscos, fortalecendo a solidez e a transparência do Sistema Financeiro Nacional, segundo o BC.
O que é o Patrimônio Líquido Ajustado (PLA) e como ele foi alterado na nova resolução do BC?
O PLA é uma métrica usada no cálculo da contribuição ao FGC. Com a nova resolução, passam a ser incluídos no PLA instrumentos de capital complementar e de nível II, que reforçam a base de capital das instituições em situações adversas.



























