Venda de terras Radar: três compradores e retorno de 17%

Crédito: pipelinevalor
A venda de terras da Radar, controlada pela Cosan, teve desfecho com a participação de três compradores. SLC Agrícola, Bom Futuro e o empresário Alexandre Jacques Bottan adquiriram partes da transação, após grupos exercerem direito de preferência sobre as áreas. O negócio, que faz parte da estratégia de redução da alavancagem da Cosan, gerou retorno de 17%.
Detalhes da transação
As áreas foram repartidas entre os três compradores, que exerceram o direito de preferência. A Cosan chegou a um acordo para dividir os hectares com os grupos. A SLC Agrícola, além da terra, adquiriu infraestrutura instalada na propriedade, como silos, unidade de beneficiamento de algodão e outras benfeitorias operacionais. A fonte não detalhou os valores individuais de cada compra.
Estratégia da Cosan
A venda de terras da Radar integra a estratégia de redução da alavancagem da Cosan. A alavancagem da companhia encerrou o último trimestre em 3,3 vezes. O patrimônio líquido da Radar era de R$ 18 bilhões em março. Os acionistas avaliam vender mais ativos da Radar para continuar reduzindo o endividamento.
Silêncio das partes
A Cosan não comentou sobre a venda. A Bom Futuro também não deu retorno sobre o negócio. A fonte não detalhou se o empresário Alexandre Jacques Bottan se manifestou. O desfecho da transação, no entanto, confirma o interesse de grupos do setor agropecuário pelas terras da Radar.
Perguntas Frequentes
Quais foram os três compradores das terras da Radar?
Os três compradores foram SLC Agrícola, Bom Futuro e o empresário Alexandre Jacques Bottan.
Qual foi o retorno obtido com a venda das terras da Radar?
As áreas foram repartidas, dando retorno de 17%.
Por que a Cosan vendeu as terras da Radar?
A venda faz parte da estratégia de redução da alavancagem da Cosan, que encerrou o último trimestre em 3,3 vezes.




























