Nestlé demite 16 mil funcionários e fecha fábricas

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Nestlé demissões: 16 mil funcionários e fábricas fechadas

A Nestlé anunciou uma ampla reestruturação global que prevê a eliminação de cerca de 16 mil cargos até o fim de 2026, além do fechamento de fábricas. A medida busca redução de custos, simplificação de processos e aumento de produtividade. O Brasil fica de fora dos cortes e ganha expansão, com R$ 7 bilhões em investimentos entre 2025 e 2028.

Reestruturação global: corte de 16 mil vagas

A Nestlé confirmou que as demissões ocorrem até o fim de 2026, como parte de uma ampla reorganização mundial. A decisão atinge diversas regiões, mas a companhia não detalhou a distribuição dos cortes por país. Segundo as informações divulgadas, a reestruturação inclui mudanças na estrutura da empresa, com medidas voltadas para a redução de custos, simplificação de processos e aumento de produtividade.

A multinacional também informou que o encerramento de algumas unidades industriais está previsto no plano. A empresa não especificou quais fábricas serão fechadas além das já anunciadas na Alemanha e na Hungria. A companhia destacou que a reorganização é necessária para se adaptar às novas demandas do mercado alimentício global. Os impactos financeiros das medidas não foram detalhados pela fonte. Além disso, não há informações sobre a distribuição dos cortes por setor ou por região.

Fechamento de fábricas na Alemanha e na Hungria

Alemanha: fábrica de Neuss encerra atividades

Na Alemanha, a companhia fechou a fábrica de Neuss, localizada próxima a Düsseldorf. A unidade produzia itens como óleo, maionese e mostarda da marca Thomy. O encerramento das atividades nessa fábrica faz parte do plano global de redução de capacidade. A Nestlé não detalhou quantos funcionários trabalhavam na unidade nem a data exata do fechamento.

Hungria: produção de chocolates termina em 2026

Na Hungria, a empresa anunciou o encerramento da produção na fábrica de Diósgyőr. A unidade fabrica chocolates e produtos sazonais, com marcas conhecidas internacionalmente, como KitKat, Smarties e Milkybar. A produção na unidade húngara deve ser interrompida em dezembro de 2026. Segundo a companhia, a decisão é relacionada à redução na demanda de chocolates sazonais e à queda no volume produzido na fábrica.

Apesar do encerramento, os chocolates dessas marcas não deixarão de existir. A fábrica de Diósgyőr é responsável por apenas uma parte da produção, principalmente de itens sazonais. A Nestlé informou que pretende transferir a fabricação desses produtos para algum fornecedor externo. Assim, a marca continuará sendo comercializada normalmente. A companhia não informou qual fornecedor assumirá a produção nem quando a transferência será concluída.

Brasil expande com R$ 7 bilhões em investimentos

Enquanto a multinacional reduz operações em outros países, o Brasil fica de fora dos cortes e ganha expansão. A Nestlé anunciou R$ 7 bilhões em investimentos no país entre 2025 e 2028. A medida acontece enquanto a multinacional mantém uma estratégia de expansão no Brasil. A empresa não detalhou a destinação dos recursos, mas o anúncio representa um contraponto à redução global de atividades.

Os investimentos devem ser aplicados ao longo dos próximos anos, mas a companhia não forneceu cronograma detalhado. A empresa também não informou se os recursos contemplam novas unidades ou ampliação das existentes. Ainda não há informações sobre efeitos específicos em Araçatuba e região. A companhia não divulgou se há plantas no estado de São Paulo que serão beneficiadas.

Perguntas Frequentes

Quantos funcionários a Nestlé vai demitir e até quando?

A Nestlé vai eliminar cerca de 16 mil cargos até o final de 2026, como parte de uma reestruturação global. A empresa também fechará algumas fábricas.

Quais fábricas a Nestlé vai fechar?

Na Alemanha, a fábrica de Neuss, que produzia óleo, maionese e mostarda da marca Thomy. Na Hungria, a fábrica de Diósgyőr, que produz chocolates como KitKat, Smarties e Milkybar, com produção interrompida em dezembro de 2026.

O Brasil será afetado pelos cortes da Nestlé?

Não. O Brasil fica de fora dos cortes e ganha expansão, com R$ 7 bilhões em investimentos previstos entre 2025 e 2028.

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