Privatização Copasa: Equatorial e consórcio Aegea apresentam propostas

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Disputa pelo controle estratégico

A privatização da Copasa, companhia de saneamento de Minas Gerais, recebeu propostas de dois concorrentes para a posição de acionista de referência. Segundo fontes, a Equatorial Energia e um consórcio formado por Equipav, o fundo soberano de Singapura (GIC) e Itaúsa, com participação de 1% da Aegea, disputam a vaga de sócio estratégico. A estatal mineira prevê a venda de 30% das ações a um acionista estratégico, que terá influência na gestão da empresa.

A informação foi divulgada por fontes próximas ao processo, que não detalharam os valores das ofertas nem o cronograma de negociação. A Copasa não se pronunciou oficialmente sobre as propostas recebidas.

Consórcio com sócios da Aegea

O consórcio que reúne Equipav, GIC e Itaúsa conta com a participação minoritária de 1% da Aegea, uma das maiores operadoras privadas de saneamento do país. A Aegea, que já atua em diversos estados, entra como sócia minoritária no grupo que disputa o controle de referência da Copasa. A composição do consórcio mostra a atratividade do ativo para investidores nacionais e estrangeiros.

O fundo soberano de Singapura (GIC) é um dos maiores investidores institucionais do mundo, com presença em infraestrutura. A Itaúsa, holding do grupo Itaú, também reforça o peso do consórcio. A fonte não detalhou a participação de cada integrante no consórcio.

Equatorial entra na disputa

A Equatorial Energia, empresa do setor elétrico com atuação em distribuição e transmissão, também apresentou proposta para se tornar acionista de referência da Copasa. A companhia, que recentemente expandiu sua atuação para saneamento, vê na Copasa uma oportunidade de diversificação. A Equatorial já opera em distribuição de energia em vários estados e busca sinergias com o setor de água e esgoto.

A presença da Equatorial na disputa acirra a concorrência pelo ativo, que é considerado estratégico para o governo mineiro. A fonte não informou se a Equatorial atua sozinha ou em consórcio.

Impacto para o setor de saneamento

A privatização da Copasa é vista como um marco para o setor de saneamento brasileiro, que tem atraído investidores privados após o novo marco legal do saneamento. A venda de 30% das ações a um acionista estratégico pode trazer capital e eficiência para a companhia, que atende milhões de mineiros. Para empresários e comerciantes do noroeste paulista, a movimentação reflete o aquecimento do mercado de concessões e parcerias público-privadas, que pode gerar oportunidades de negócios em toda a região.

A Copasa, que é uma das maiores estatais de saneamento do país, tem sido alvo de interesse de grupos privados desde que o governo de Minas Gerais anunciou sua intenção de privatizar a empresa. A fonte não detalhou o prazo para conclusão do processo.

Perguntas Frequentes

Quem são os concorrentes para se tornar o acionista estratégico da Copasa na privatização?

Os concorrentes são a Equatorial e um consórcio formado por Equipav, GIC e Itaúsa, com participação de 1% da Aegea.

Qual é a porcentagem de ações que a Copasa pretende vender a um acionista estratégico?

A Copasa prevê a venda de 30% das ações a um acionista estratégico.

A Aegea faz parte de algum consórcio para disputar a posição de acionista de referência da Copasa?

Sim, a Aegea participa com 1% em um consórcio formado por Equipav, GIC e Itaúsa.

Fonte

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