BC deve reduzir taxa Selic para 14,5% com corte de juros

Crédito: G1
O Banco Central deve cortar a taxa básica de juros nesta quarta-feira (29), conforme projeção da maior parte do mercado financeiro. A expectativa é de uma redução de 0,25 ponto percentual, para 14,5% ao ano. Se confirmado, será o segundo corte consecutivo na Selic, que atualmente está em 14,75% ao ano.
Decisão do Copom nesta quarta
O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central se reúne nesta quarta-feira para definir a nova taxa. A decisão será anunciada após as 18h. A taxa básica da economia é o principal instrumento do BC para tentar conter as pressões inflacionárias, que afetam principalmente a população mais pobre.
Cenário de riscos inflacionários
O novo corte da Selic acontecerá em meio à guerra no Oriente Médio, que está gerando pressão inflacionária ao redor do mundo. O mercado elevou a projeção de inflação com o conflito. Para definir os juros, o Banco Central atua com base no sistema de metas. Se as projeções de inflação estão em linha com as metas, é possível baixar os juros. Caso contrário, o Copom tende a manter ou subir a Selic.
Expectativas do mercado
De acordo com Gustavo Sung, economista-chefe da Suno Research, o Copom deve dar continuidade ao processo de corte dos juros de forma gradual, baixando a Selic para 14,5% ao ano. Já a análise do Itaú indica que o BC deve realizar essa redução sem mudanças significativas na comunicação. A decisão final será acompanhada de perto por empresários e comerciantes da região noroeste paulista, que aguardam os impactos no crédito e nos investimentos.
Perguntas Frequentes
Quando o Copom vai anunciar a decisão sobre a taxa de juros?
O Copom se reúne nesta quarta-feira (29) e a decisão sai após as 18h.
Qual é a projeção da maioria do mercado financeiro para o corte da Selic?
A maior parte do mercado financeiro projeta uma redução de 0,25 ponto percentual, para 14,5% ao ano.
Como a guerra no Oriente Médio afeta a decisão do Banco Central sobre os juros?
A guerra no Oriente Médio está gerando pressão inflacionária ao redor do mundo, e o mercado elevou a projeção de inflação, o que pode influenciar a decisão do Copom.



























