Na Argentina, Milei amplia quebradeira com demissões

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Demissões argentina: Milei amplia quebradeira

A indústria argentina registra nova onda de demissões, com mais de 600 empregos afetados em apenas três empresas. Sobretudo, os cortes atingem um frigorífico, uma metalúrgica e uma fábrica da Unilever, em um cenário de quebradeira ampliada pelo governo de Javier Milei. Além disso, as informações foram divulgadas em meio a conflitos com causas distintas em cada unidade.

Visão geral das demissões

A abertura comercial promovida por Javier Milei é apontada como fator que amplia a quebradeira na Argentina. Dessa forma, segundo as informações, a concorrência com produtos fabricados em países de custos menores aumenta a pressão sobre as empresas. Assim sendo, o setor industrial registra nova onda de demissões, com impactos em diferentes segmentos.

Os cortes atingem três empresas de setores distintos, com um total de 615 desligamentos. Por exemplo, veja os números:

  • Granja Tres Arroyos (frigorífico): 255 funcionários
  • Mirgor (metalúrgica): 300 funcionários
  • Unilever (alimentos): 60 funcionários

Somente Mirgor e Unilever respondem por 360 desligamentos. Além disso, o montante supera a marca de 600 empregos afetados mencionada inicialmente.

Causas distintas para cada corte

As causas dos desligamentos são distintas em cada empresa. Por exemplo, na Granja Tres Arroyos, a produção estava suspensa desde maio. Na Mirgor, por outro lado, a comunicação aconteceu por telegramas. Na Unilever, todavia, a decisão envolveu o fechamento de uma fábrica histórica. Esses fatores, ainda que diferentes, resultam na mesma consequência: redução de postos de trabalho.

Frigorífico desliga 255 em Entre Ríos

A Granja Tres Arroyos, frigorífico localizado em Concepción del Uruguay, na província de Entre Ríos, desligou 255 funcionários. Além disso, a planta tinha cerca de 700 empregados e estava sem produzir desde maio. O corte representa mais de um terço do quadro de funcionários da unidade. Dessa forma, a produção suspensa há meses contribui para o cenário de demissões. Ademais, esse é o segundo maior número de desligamentos entre os três casos.

Consequentemente, diante da situação, o governo da província decretou conciliação obrigatória por 15 dias. Ademais, a medida suspendeu os desligamentos e determinou que os trabalhadores continuem entrando na fábrica. Dessa forma, a administração local abriu negociação para preservar os empregos. Em resumo, essa ação busca amenizar o impacto social dos cortes e criar condições para uma solução negociada.

Mirgor comunica 300 demissões por telegrama

Na Terra do Fogo, a Mirgor, empresa do setor metalúrgico, enviou telegramas a 300 trabalhadores. Dessa forma, os avisos de demissão foram encaminhados aos funcionários, conforme as informações. Além disso, a medida soma-se aos cortes de outras companhias e reforça a onda de desligamentos. Ademais, a quantidade de desligamentos na Mirgor é a maior entre os três casos.

Unilever fecha fábrica e promete indenizações

A Unilever fechou uma fábrica histórica em Mendoza, deixando 60 pessoas sem emprego. Além disso, a companhia se comprometeu a pagar indenizações integrais e valores adicionais aos demitidos. Sobretudo, a empresa afirmou que continuará vendendo produtos Knorr na Argentina. Contudo, a provisão dos produtos Knorr poderá passar a ser feita por importações. Em resumo, esse movimento indica uma reestruturação da operação local, com impacto direto sobre os trabalhadores.

Abertura comercial e pressão sobre o emprego

Por exemplo, o fechamento da fábrica da Unilever recoloca em debate os efeitos da abertura comercial promovida pelo governo de Javier Milei. Ademais, para diferentes segmentos industriais, a concorrência com produtos fabricados em países de custos menores aumenta a pressão sobre empresas. Dessa forma, os cortes em frigorífico, metalúrgica e fábrica da Unilever expõem essa pressão sobre o emprego.

Em síntese, a indústria argentina enfrenta uma nova onda de demissões, com mais de 600 vagas cortadas em três empresas. Todavia, as causas variam, mas o contexto de quebradeira e abertura comercial é mencionado. As medidas locais, como a conciliação obrigatória, buscam preservar empregos. Por outro lado, empresas como a Unilever redirecionam sua operação para importações.

Perguntas Frequentes

Quantos empregos foram afetados pela nova onda de demissões na indústria argentina e em quais empresas?

Mais de 600 empregos foram afetados em três empresas: 255 na Granja Tres Arroyos, 300 na Mirgor e 60 na Unilever. Dessa forma, os cortes ocorreram em frigorífico, metalúrgica e fábrica de alimentos, evidenciando pressão sobre o emprego.

Qual foi a reação do governo provincial às demissões na Granja Tres Arroyos?

O governo da província decretou conciliação obrigatória por 15 dias, suspendendo os desligamentos e determinando que os trabalhadores continuem entrando na fábrica. Além disso, a administração local abriu negociação para preservar os empregos.

O que a Unilever afirmou sobre o fechamento de sua fábrica em Mendoza e o futuro dos produtos Knorr?

A Unilever fechou a fábrica histórica em Mendoza, deixando 60 pessoas sem emprego, mas se comprometeu a pagar indenizações integrais e valores adicionais. Além disso, a empresa afirmou que continuará vendendo produtos Knorr na Argentina, mas a provisão deles poderá passar a ser feita por importações.

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