Ouro renova máxima histórica e bitcoin estagnado

Crédito: Cointribune
O ouro atingiu máxima de seis semanas, enquanto o bitcoin segue pressionado e o S&P 500 renovou seu recorde absoluto. Além disso, no dia 5 de agosto de 2026, o metal precioso subiu 2,8% para US$ 4.213 a onça, em contraste com a estagnação das criptomoedas.
Ouro registra maior nível desde junho
O ouro marcou seu nível mais alto desde 22 de junho, confirmando uma máxima de seis semanas. Por exemplo, na sessão de 5 de agosto, o metal avançou 2,8%, fechando cotado a US$ 4.213 a onça. Portanto, esse é o maior preço registrado no período, segundo dados de mercado.
O movimento ocorre em um ambiente de compras expressivas por parte de ETFs chineses. Contudo, o metal, que havia sofrido com saídas em junho, volta a atrair capitais. Dessa forma, a alta de 2,8% em um único dia reforça a força do movimento recente.
ETFs chineses e Banco Popular da China sustentam alta
O ouro foi impulsionado por afluxo massivo de capitais para ETFs chineses e compras contínuas do Banco Popular da China. Além disso, os fluxos de entrada para ETFs chineses de ouro físico desde o início do ano alcançam 40 bilhões de yuans, o equivalente a US$ 5,6 bilhões.
De acordo com a Bloomberg, foram 14 dias consecutivos de entradas líquidas em ETFs de ouro físico na China. Dessa forma, o fluxo contínuo indica um posicionamento de longo prazo por parte dos investidores chineses, contrastando com o semestre anterior.
Junho registrou saídas históricas em ETFs de ouro
Junho foi o pior mês da história em saídas líquidas para ETFs de ouro físico, segundo o World Gold Council. Ou seja, o dado mostra a volatilidade do mercado de ouro, que passou de saídas expressivas para entradas robustas.
O mercado segue atento aos próximos dados sobre fluxos de ETFs para avaliar a sustentabilidade da alta. A reversão observada em julho e agosto, no entanto, ainda é recente. Ademais, a comparação com o pior mês da história ressalta a rapidez das mudanças no setor.
Bitcoin permanece pressionado em torno de US$ 64 mil
O bitcoin permanece em torno de US$ 64.000, com ameaça de quebra para a zona de US$ 58.000. Assim, a criptomoeda segue pressionada, sem conseguir sustentar uma alta consistente.
Segundo análises on-chain, a recuperação do bitcoin depende de dois fatores:
- Retorno consistente de fluxos nos ETFs à vista nos EUA;
- Afrouxamento duradouro dos rendimentos dos títulos.
Dessa forma, sem essas condições, o ativo digital tende a permanecer em um intervalo estreito. Ademais, o mercado monitora os movimentos de capitais para antecipar uma possível guinada.
S&P 500 alcança recorde absoluto
O S&P 500 atingiu recorde absoluto de 7.793 pontos, interrompendo um período de cautela. Além disso, o índice acumula recordes, em linha com o desempenho de outras bolsas globais.
Eric Balchunas destacou que 66% das ações do S&P 500 estão acima da média móvel de 50 dias e 57% superam o índice de referência padrão. Dessa forma, esses números indicam que o movimento de alta não está concentrado em poucas empresas, contrastando com o cenário de cautela no mercado de criptomoedas.
Em resumo, o dia 5 de agosto de 2026 resume uma sessão de contrastes: ouro renova máximas, ações atingem recordes, enquanto o bitcoin enfrenta dificuldades. Além disso, os investidores seguem atentos aos fluxos de capitais e aos indicadores econômicos.
Perguntas Frequentes
Por que o ouro atingiu máxima de seis semanas e qual foi o preço?
O ouro subiu 2,8% para US$ 4.213 a onça em 5 de agosto de 2026, atingindo o nível mais alto desde 22 de junho. Ademais, o movimento foi impulsionado pelo influxo massivo de capitais para ETFs chineses e pelas compras contínuas do Banco Popular da China.
Qual é a situação atual do bitcoin e qual o nível de suporte a observar?
O bitcoin está estagnado em torno de US$ 64.000, com ameaça de quebra para a zona de US$ 58.000. Dessa forma, segundo análises on-chain, a recuperação depende do retorno consistente de fluxos nos ETFs à vista nos EUA e do afrouxamento duradouro dos rendimentos dos títulos.
Que recorde o S&P 500 atingiu e qual a leitura técnica?
O S&P 500 atingiu recorde absoluto de 7.793 pontos. Por exemplo, segundo Eric Balchunas, 66% das ações do índice estão acima da média móvel de 50 dias e 57% superam o índice de referência padrão.




























